Após anos, nossa luta pela aprovação do PCCR entra agora num momento decisivo. Em nível estadual o governo Ana Júlia, que se negou a apresentar os termos de sua proposta ao sindicato, afirmou que entregará, até o dia 15 de março, a versão final de sua proposta à ALEPA.
Nos municípios a luta se trava no âmbito do Executivo e do Legislativo. Os trabalhadores em educação, conscientes de que este é o momento de garantir a valorização da profissão, estão em permanente estado de mobilização. As greves começam a pipocar em todo o estado.
Esse calendário vai culminar com uma poderosa paralisação no dia 31 de março, dia estadual de luta pelo PCCR e pelo Piso Salarial:
Abaixo um resumo das principais mobilizações:
São Domingos do Araguaia – em greve, inclusive com ocupação da Prefeitura, contra 272 demissões arbitrárias e pela aprovação do PCCR;
Floresta do Araguaia – em greve pelo PCCR e pela aplicação integral dos recursos do FUNDEB na educação;
Gurupá – em greve pela aprovação do PCCR;
Medicilândia – Paralisação marcada para o dia 05/03 pela aprovação do PCCR;
Altamira – em luta contra construção da Usina de Belo Monte; em apoio à luta dos povos indígenas contra o fechamento da Funai em Altamira; dia 02/03 os trabalhadores em educação, na luta pelo PCCR, ocuparam a sessão da Câmara Municipal e têm uma audiência com o prefeito no dia 05/03 (sexta-feira).
Anapu – O PCCR, aprovado na Câmara Municipal após pressão popular, foi vetado na íntegra pelo Prefeito, deve retornar à Câmara no dia 05/03 (sexta-feira) e a categoria com certeza vai estar lá pressionando;